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Bahia comemora o centenário do ” filho ilustre”Carybé

Hector Julio Páride Bernabó ou Carybé , nasceu no dia 07 de fevereiro de 1911 em Lanús, porém, Salvador foi a terra que escolheu para viver e a retratou como ninguém para o mundo.

 Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista argentino naturalizado e radicado no Brasil. Ilustrou livros de Jorge Amado e Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. Era obá de Xangô, posto honorífico candomblé.

Ele retratou como ninguém o cotidiano de nossa capital dando destaque às manifestações culturais afrobrasileiras. Com estilos variados, Carybé,  refletia o sabor das diversas etnias da cidade, com cores vibrantes em suas obras.

Uma parte da obra de Carybé se encontra no Museu Afro-Brasileiro de Salvador. São 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia.

 

A American Airlines, a Odebrecht e o Departamento de Aviação da cidade de Miami fizeram uma parceria para levar a arte latino-americana para o Aeroporto Internacional de Miami, onde se encontra em destaque algumas obras de Carybé, contribuindo para a divulgação internacional do nosso estado

A celebração da vida e o respeito à diversidade cultural são qualidades compartilhadas entre Carybé e a comunidade de Miami, fazendo do Aeroporto de Miami o lugar perfeito para seus murais.

E essa semana se comemora o centário de um dos artistas mais importante da Bahia. Carybé morreu do coração durante uma sessão num terreiro de candomblé, no dia 02 de

Em março será feita uma exposição com as obras do artista, no Centro Cultutral Solar Ferrão, no Pelourinho.

Uma parte da obra de Carybé se encontra no Museu Afro-Brasileiro de Salvador. São 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia.

A American Airlines, a Odebrecht e o Departamento de Aviação da cidade de Miami fizeram uma parceria para levar a arte latino-americana para o Aeroporto Internacional de Miami, onde se encontra em destaque algumas obras de Carybé, contribuindo para a divulgação internacional do nosso estado.

A celebração da vida e o respeito à diversidade cultural são qualidades compartilhadas entre Carybé e a comunidade de Miami, fazendo do Aeroporto de Miami o lugar perfeito para seus murais.  E essa semana se comemora o centário de um dos artistas mais importante da Bahia. Carybé morreu do coração durante uma sessão num terreiro de candomblé, no dia 02 de outubro de 1997.

 Em março será feita uma exposição com as obras do artista, no Centro Cultutral Solar Ferrão, no Pelourinho.  


Capa do Jornal A Tarde – 27-10-2009

A TARDE On Line

 

 

Fonte: Jornal A Tarde


Agenda Cultural em Salvador

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Auguste Rodin: Homem e Gênio – Após seis anos de contatos e investimentos, chega a Salvador a exposição que conta com 62 trabalhos do artista francês. O acervo permanece na Bahia, em regime de comodato, por três anos. Palacete das Artes – Rodin Bahia – R. da Graça, 284, Graça (3117-6982). A partir do dia 26. Terça a domingo, das 10h às 18h. Entrada franca.

Bahia – Litoral e Sertão - Exposição de postais e fotografias do início do século XX sobre a relação econômica e social entre o litoral e o sertão baianos.  Museu Tempostal – R. Gregório de Mattos, 33, Pelourinho (3117-6382). Terça a sexta, das 10h às 18h; sábado e domingo, das 13h às 17h. Entrada franca. Até 31 de outubro.

Objetos Desiguais - Yuri Ferraz apresenta obras produzidas para refletir como a mídia impõe modelos de comportamento e nos induz a segui-los. Galeria do Conselho de Cultura do Estado da Bahia – Palácio da Aclamação, Passeio Público (3117-6193). Visitação: segunda a sexta, das 9h às 17h30. Entrada franca. 

Pelos Caminhos de Salvador – Um recorte sobre a urbanização, crescimento e modernização da capital baiana e suas transformações, iniciadas em fins do século XIX. Museu Tempostal – R. Gregório de Mattos, 33, Pelourinho (3117-6382). Terça a sexta, das 10h às 18h. Entrada franca. Até 31 de outubro.

Vendo a Venda - Para resgatar os momentos da sua infância passados na venda que o pai tinha, a artista Ieda Oliveira cria uma instalação a partir de objetos como fumo, corda, tecidos, aviamentos, cachaça, urnas funerárias e diversas antiguidades. Museu de Arte Moderna da Bahia – Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão (3117-6141). Terça a domingo, das 13h às 19h; sábado das 13h às 21h. Entrada franca. Até 25 de outubro.

Arquitetura do Medo – A exposição fotográfica de André Gardenberg apresenta uma reflexão sobre a nova arquitetura urbana, pautada pelo medo da violência. MAM – Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão (3117-6141). Terça a domingo, das 13h às 19h;  sábado às 13h às 21h. Até 25 de outubro.  
 
Muitos Destinos, Uma Só Bahia – 
A exposição apresenta diferentes olhares sobre a Bahia. As obras são resultado da residência artística de cinco artistas franceses no Instituto Sacatar. MAM – Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão (3117-6141). Terça a domingo, das 13h às 19h; sábado das 13h às 21h. Até 25 de outubro. 

Eu Vi o Mundo, Ele Começava no Recife – Exposição de Cícero Dias - A mostra conta com 20 litogravuras do artista plástico. Prova do Artista Galeria de Arte – R. Bartolomeu de Gusmão, Rio Vermelho (3331-6247). Entrada franca. Segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 9h às 13h. Até 26 de outubro.

Raízes de um Povo – A mostra do artista plástico Sérgio Wladimir reúne pinturas, nas quais utiliza a técnica acrílica sobre tela. Espaço Castro Alves da Livraria Saraiva Mega Store – 2° piso do Salvador Shopping, Av. Tancredo Neves, 2915, Caminho das Árvores (3341-7020). Segunda a sábado, das 9h às 22h; dom, das 12 às 21h. Entrada franca. Até 29 de outubro.

Der Butt (O Linguado) – Mostra de desenhos do principal autor alemão desde a Segunda Guerra: Günther Grass, autor de O Tambor, A Ratazana, Passo de Caranguejo, entre outros. Galeria do Goethe Institut-Icba – Av. Sete de Setembro, 1809, Corredor da Vitória, Vitória (3338-4700). De segunda a sexta, das 9h às 18h30; sábado das 9h às 13h. Entrada franca. Até 30 de outubro.

Made in Bahia – Mostra do artista visual baiano Denis Sena, que há 13 anos expõe em galerias e museus, mas também em ruas. Casa Verde – Rua Rio de Janeiro,  452, Pituba (3240-5131). Diariamente, das 11h às 15h. Até 30 de outubro. 

Enguiço - Artistas utilizam 24 gravuras em pequenos formatos para registrar e imprimir lembranças e vivências de uma memória latente que o tempo não apagou. Galeria Jayme Fygura – Rua Gamboa de Cima, 3, Afitos (3329-2418). De qua a dom, uma hora antes dos espetáculos. Entrada franca. Até 1º de novembro.

Olhares sobre a Declaração dos Direitos Humanos - Visões sobre os direitos humanos pelos artistas Friedrich Hundertwasser e Thiago de Mello. Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro (3322-0228). Ter a dom, das 9h às 18h. Entrada franca. Até 1º de novembro.

Bahia em 35×3 - A mostra dos fotógrafos Anderson Soares, Mallus Cordeiro e Maurício Lelis apresenta um acervo de imagens que expressam a cultura baiana através da arte, do trabalho e das paisagens, detalhes que formam a identidade do baiano. Galeria Pierre Verger – R. General Labatut, Prédio da Biblioteca Pública, Barris (3384-1632 ). Diariamente, das 8h às 21h30. Entrada franca. Até 8 de novembro.

Mata Atlântica: Paisagens - A exposição consta de três segmentos em torno do tema Mata Atlântica: pintura, objetos e uma instalação com esculturas têxteis da artista Vera Patury. Conta ainda com oficinas para crianças e filmes educativos. Museu de Arte da Bahia (MAB) – Av. Sete de Setembro, 2.340, Corredor da Vitória (3336-5642). Ter a sex, das 14h às 29h; Sábado, 24, e domingo, 25, das 14h30 às 18h30. Entrada franca. Até 22 de novembro.

Vida e Morte Sertaneja – Costumes, expressões, cores, texturas, marcas e contrastes sertanejos. O fotógrafo Luciano Carcará conseguiu reunir tudo isso na mostra que tem como foco as raízes e heranças culturais do sertão baiano. Centro Cultural Correios – R. Padre Anchieta, 2, Cruzeiro de São Francisco, Pelourinho (3321-6665). Seg a sex, das 10h às 18h; Sáb, das 8h às 12h. Entrada franca. Até o dia 6 de dezembro.

Muros - Mostra reúne painéis criados por 11 grafiteiros baianos. Centro Cultural Solar Ferrão, Galeria. De terça a sexta, de 10h às 18h. Finais de semana e feriados, das 13h às 17h. Até 8 de novembro.

Cartazes da Guerra Civil Espanhola - No ano em que o conflito bélico faz 70 anos, a mostra traz 95 cartazes originais dos republicanos.  Instituto Cervantes – Av.Sete de Setembro, 2792, Ladeira da Barra (3797-4667). De seg a sex, das 9h às 20h; e sáb, das 9h às 12h. Entrada franca. Até 11 de novembro.

Cuide de Você - A instalação da artista francesa Sophie Calle conta com 87 peças. Museu de Arte Moderna – Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão (3117-6141/3117-6139). Entrada franca. Terça a domingo, das 13h às 19h; sábado, das 13h às 21h. Até 22 de novembro.

Fragmentos da Música Brasileira – Artistas plásticos contemporâneos recorrem a diversas linguagens para retratar as últimas seis décadas de música no Brasil.  Casa da Música – Parque Metropolitano do Abaeté (3116-1511). Terça a sábado, das 9h às 17h, e domingo, das 9h às 16h. Até 30 de novembro.
 
Fragmentos: Artefatos Populares, o olhar de Lina Bobardi - A mostra apresenta objetos que representam a expressão popular encontrada no Nordeste, são moringas, imagens de santos, esculturas, dentre outros, no Centro Cultural Solar Ferrão – R. Gregório de Mattos, 45, Centro Histórico (3117-6380). Terça a sexta, das 10h às 18h, e sábado, domingo e feriados, das 13h às 17h. Até 31 de dezembro.

Sete Áfricas – A mostra conta com 90 peças, entre máscaras e esculturas, que foram selecionadas pelo italiano Claudio Masella ao longo de 35 anos e doadas ao Governo da Bahia em 2004. As peças representam a grande diversidade de materiais, técnicas e estilos identificados na produção artística do continente africano. Solar Ferrão – R. Gregório de Mattos, 45, Pelourinho (3117-6380). Terça a sexta, das 10h às 18h, e sábado, domingo e feriados, das 13h às 17h. Até 31 de dezembro.

 


| PROGRAMAÇÃO PERMANENTE |

Museu da Misericórdia - A exposição permanente conta com quatro núcleos: o primeiro aborda a arte religiosa; o segundo mostra o processo de educacional das crianças, desde a antiga roda dos expostos aos dias atuais; o terceiro retrata a história da Santa Casa no campo da saúde; o quarto traz uma releitura das 14 obras da Misericórdia em arte contemporânea, na visão de 14 artistas baianos. Ala Sul do Museu da Misericórdia – R. da Misericórdia, 6, Praça da Sé, Centro Histórico (2203- 9662). Segunda a sábado das 10h às 17h, e domingos e feriados, das 13h às 17h.

Azulejos de Udo – A mostra permanente traz uma seleção de peças da coleção do ceramista alemão Udo Knoff (1912-1994) doados ao estado da Bahia, que trazem elementos significativos da arquitetura de Salvador. Museu de Cerâmica Udo Knoff – Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho (3117-6388). Terça a sexta, das 10h às 18h; sábado, domingo e feriado, das 13h às 17h.  

Coleção Emilia Biancardi – A mostra permanente é composta por diversos instrumentos musicais de países do Oriente Médio, África, Europa, América do Sul e América do Norte, além de instrumentos de índios brasileiros reunidos pela etnomusicóloga e pesquisadora da música folclórica brasileira Emilia Biancardi. Instrumentos Musicais Tradicionais – R. Gregório de Mattos, 31, Pelourinho. Segunda a sexta, das 10h às 17h, e sábado, das 10h às 12h.

Coletiva - Juarez Paraíso, Juracy Dórea e Maria Adair estão entre os artistas que integram a mostra permanente do Espaço Cultural Sofia Olszewski Filha, Apub – R. Padre Feijó, 49, Canela (3235-7433). Segunda a sexta, das 9h às 18h.

Memórias do Mar/ Memórias do Forte/ Memórias da Cidade - As três exposições permanentes retratam episódios históricos. Forte São Marcelo – Baía de Todos os Santos (a travessia é feita por um barco que parte do Mercado Modelo por R$ 2). Ingresso: R$ 10 e R$ 5. Todos os dias, das 9h às 18h.

Jorge Amado: Vida e Obra - A mostra permanente conta com painéis, fotografias, prêmios, condecorações, objetos pessoais e os livros do autor. Fundação Casa de Jorge Amado – Lg. do Pelourinho, s/n (3321-0070). Segunda a sexta, das 9h às 18h, e sáb, das 10h às 16h.

Orixás da Bahia – Catorze estátuas de orixás, em tamanho natural, ganham figurino novo, totalmente baseado nos preceitos ritualísticos da nação ketu do candomblé. Museu da Cidade – Lg. do Pelourinho, 3, Centro Histórico (3321-1967). Segunda a sexta, das 12h às 18h. Ingresso: R$ 1 (entrada franca às quintas).

Coleções -
 Um acervo que engloba coleções de pintura e artes decorativas dos séculos XVIII e XIX, a Escola Baiana de Pintura e mobiliário baiano dos sécs. XVIII e XIX encontram-se dispostos em ambientes que refletem os usos e costumes.  Museu de Arte da Bahia – Av. Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vitória (3117-6903).  Terça a sexta, das 14h às 19h; sábado, domingo e feriados, das 14h30 às 18h30 (às quintas a entrada é franca).

A Indústria do Petróleo no Brasil: Memória e Atualidade – A exposição traz detalhes históricos da descoberta do petróleo, trata do desenvolvimento da Petrobras e conta com equipamentos para prospecção usados pelos pioneiros na atividade. Museu Geológico da Bahia – Av. Sete de Setembro, 2.195, Corredor da Vitória (3336-6922). Terça a sexta, das 13h30 às 18h; sábado e domingo, das 13h às 17h.

Museu da Misericórdia -  A mostra permanente está dividida em duas alas. A norte exibe obras que vão desde o século XVII até a contemporaneidade. A Sul aborda a arte religiosa, mostra o processo educacional das crianças da Santa Casa; retrata a história da Santa Casa no campo da saúde e faz uma releitura das 14 obras da Misericórdia em arte contemporânea na visão de 14 artistas baianos. Museu da Misericórdia – R. da Misericórdia, 6, Pç. da Sé, Centro Histórico (3322-7355). Seg a sáb, das 10h às 17h, e dom, das 13h às 17h.


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